Sunday, June 15, 2008
Thursday, May 22, 2008
Filosofia de vida...
A única forma das pessoas saberem o que ocorrerá comigo será a partir do blog, então, acho melhor me acostumar a sempre escrever nele. Lá vai mais um texto. Esse foi e é de grande importância para mim.
O Pequeno Príncipe e a Raposa by Antoine de Saint-Exupéry
E foi então que apareceu a raposa.
__ Bom dia - disse a raposa.
__ Bom dia - respondeu educadamente o pequeno príncipe, que , olhando a sua volta, nada viu.
__ Eu estou aqui - disse a voz, debaixo da macieira...
__ Quem és tu? - perguntou o principezinho. __ Tu es bem bonita...
__ Sou uma raposa - disse a raposa.
__ Vem brincar comigo - propôs ele. __ Estou tão triste...
__ Eu não posso brincar contigo - disse a raposa. __ Não me cativaram ainda.
__ Ah! desculpa - disse o principezinho.
Mas após refletir, acrescentou:
__ O que quer dizer "cativar"?
__ Tu não és daqui - disse a raposa. __ Que procuras?
__ Procuro homens - disse o pequeno príncipe. __ Que quer dizer "cativar"?
__ Os homens - disse a raposa - têm fuzis e caçam. É assustador! Criam galinhas também. É a única coisa que fazem de interessante. Tu procuras galinhas?
__ Não - disse o príncipe. __ Eu procuro amigos. __ Que quer dizer "cativar"?
__ É algo quase sempre esquecido - disse a raposa. __ Significa "criar laços"...
__ Criar laços?
__ Exatamente - disse a raposa. __ Tu não és nada para mim senão um garoto inteiramente igual a cem mil outros garotos. E Não tenho necessidade de ti. E tu também não tem necessidade de mim. Não passo a teus olhos de uma raposa igual a cem mil outras raposas. Mas, se tu me cativas, nós teremos necessidade um do outro. Serás para mim único no mundo. Eu serei para ti única no mundo...
__ Começo a compreender - disse o pequeno príncipe. __ Existe uma flôr... eu creio que ela me cativou...
__ É possível - disse a raposa. __ Vê-se tanta coisa na Terra...
__ Oh! não foi na Terra - disse o principezinho.
A raposa pareceu intrigada:
__ Num outro planeta?
__ Sim.
__ Há caçadores nesse outro planeta?
__ Não.
__ Que bom! E galinhas?
__ Também não
__ Nada é perfeito - suspirou a raposa.
Mas a raposa retornou a seu raciocínio.
__ Minha vida é monótona. Eu caço as galinhas e os homens me caçam. Todas as galinhas se parecem e todos os homens também. E isso me incomoda um pouco. Mas se tu me cativas, minha vida será como que cheia de sol. Conhecerei um barulho de passos que será diferente dos outros. Os outros passos me fazem entrar debaixo da terra. Os teus me chamarão para fora da toca, como se fosse música. E depois, olha! Vês, lá longe, os campos de trigo? Eu não como pão. O trigo para mim não vale nada. Os campos de trigo não me lembram coisa alguma. E isso é triste! Mas tu tens cabelos dourados. Então será maravilhoso quando me tiveres cativado. O trigo, que é dourado, fará com que eu me lembre de ti. E eu amarei o barulho do vento no trigo... A raposa calou-se e observou por muito tempo o príncipe:
__ Por favor... cativa-me! -disse ela.
__ Eu até gostaria -disse o principezinho -, mas não tenho muito tempo. Tenho amigos a descobrir e muitas coisas a conhecer.
__ A gente só conhece bem as coisas que cativou -disse a raposa. __ Os homens não têm mais tempo de conhecer coisa alguma. Compram tudo já pronto nas lojas. Mas como não existem lojas de amigos, os homens não têm mais amigos. Se tu queres um amigo, cativa-me!
__ O que é preciso fazer? -perguntou o pequeno príncipe.
__ É preciso ser paciente -respondeu a raposa. __ Tu te sentarás primeiro um pouco longe de mim, assim, na relva. E te olharei com o canto do olho e tu não dirás nada. A linguagem é uma fonte de mal-entendidos. Mas, cada dia, te sentarás um pouco mais perto...
No dia seguinte o príncipe voltou.
__ Teria sido melhor se voltasses à mesma hora -disse a raposa. __ Se tu vens, por exemplo, às quatro da tarde, desde as três eu começarei a ser feliz! Quanto mais a hora for chegando, mais eu me sentirei feliz. Às quatro horas, então, estarei inquieta e agitada: descobrirei o preço da felicidade! Mas se tu vens a qualquer momento, nunca saberei a hora de preparar meu coração... É preciso que haja um ritual.
__ Que é um "ritual"? -perguntou o principezinho.
__ É uma coisa muito esquecida também -disse a raposa. __ É o que faz com que um dia seja diferente dos outros dias; uma hora, das outras horas. Os meus caçadores, por exemplo, adoram um ritual. Dançam na quinta-feira com as moças da aldeia. A quinta-feira é então o dia maravilhoso! Vou passear até à vinha. Se os caçadores dançassem em qualquer dia, os dias seriam todos iguais, e eu nunca teria férias!
Assim o pequeno príncipe cativou a raposa. Mas, quando chegou a hora da partida, a raposa disse:
__ Ah! Eu vou chorar.
__ A culpa é tua -disse o principezinho. __ Eu não queria te fazer mal; mas tu quiseste que eu te cativasse...
__ Quis -disse a raposa.
__ Mas tu vais chorar! -disse ele.
__ Vou - disse a raposa.
__ Então não terás ganho nada!
__ Terei, sim - disse a raposa __ por causa da cor do trigo.
Depois ela acrescentou:
__ Vai rever as rosas. Assim, compreenderá que a tua é a única no mundo. Tu voltarás para me dizer adeus, e eu te presentearei com um segredo.
O pequeno príncipe foi rever as rosas:
__ Vós não sois absolutamente iguais à minha rosa, vós não sois nada ainda. Ninguém ainda vos cativou, nem cativaste ninguém. Sois como era a minha raposa. Era uma raposa igual a cem mil outras. Mas eu a tornei minha amiga. Agora ela é única no mundo.
E as rosas ficaram desapontadas.
__ Sóis belas, mas vazias -continuou ele. __Não se pode morrer por vós. Um passante qualquer sem dúvida pensaria que a minha rosa se parece convosco. Ela sozinha é, porém, mas importante que todas vós, pois foi ela quem eu reguei. Foi ela quem pus sob a redoma. Foi ela quem abriguei com o pára-vento. Foi nela que eu matei as larvas (exceto duas ou três por causa das borboletas). Foi ela quem eu escutei queixar-se ou gabar-se, ou mesmo calar-se algumas vezes. Já que ela é a minha rosa.
E voltou, então, à raposa:
__ Adeus... -disse ele.
__ Adeus -disse a raposa. __ Eis o meu segredo. É muito simples: só se vê bem com o coração. O essencial é invisível aos olhos.
__ O essencial é invisível aos olhos -repetiu o principezinho, para não esquecer.
__ Foi o tempo que perdeste com tua rosa que a fez tão importante.
__ Foi o tempo que eu perdi com a minha rosa... -repetiu ele, para não esquecer.
__ Os homens esqueceram essa verdade -disse ainda a raposa. __ Mas tu não a deves esquecer. Tu te tornas eternamente responsável por aquilo que cativas. Tu és responsável pela tua rosa...
__ Eu sou responsável pela minha rosa... -repetiu o principezinho, para não esquecer.
O Pequeno Príncipe e a Raposa by Antoine de Saint-Exupéry
E foi então que apareceu a raposa.
__ Bom dia - disse a raposa.
__ Bom dia - respondeu educadamente o pequeno príncipe, que , olhando a sua volta, nada viu.
__ Eu estou aqui - disse a voz, debaixo da macieira...
__ Quem és tu? - perguntou o principezinho. __ Tu es bem bonita...
__ Sou uma raposa - disse a raposa.
__ Vem brincar comigo - propôs ele. __ Estou tão triste...
__ Eu não posso brincar contigo - disse a raposa. __ Não me cativaram ainda.
__ Ah! desculpa - disse o principezinho.
Mas após refletir, acrescentou:
__ O que quer dizer "cativar"?
__ Tu não és daqui - disse a raposa. __ Que procuras?
__ Procuro homens - disse o pequeno príncipe. __ Que quer dizer "cativar"?
__ Os homens - disse a raposa - têm fuzis e caçam. É assustador! Criam galinhas também. É a única coisa que fazem de interessante. Tu procuras galinhas?
__ Não - disse o príncipe. __ Eu procuro amigos. __ Que quer dizer "cativar"?
__ É algo quase sempre esquecido - disse a raposa. __ Significa "criar laços"...
__ Criar laços?
__ Exatamente - disse a raposa. __ Tu não és nada para mim senão um garoto inteiramente igual a cem mil outros garotos. E Não tenho necessidade de ti. E tu também não tem necessidade de mim. Não passo a teus olhos de uma raposa igual a cem mil outras raposas. Mas, se tu me cativas, nós teremos necessidade um do outro. Serás para mim único no mundo. Eu serei para ti única no mundo...
__ Começo a compreender - disse o pequeno príncipe. __ Existe uma flôr... eu creio que ela me cativou...
__ É possível - disse a raposa. __ Vê-se tanta coisa na Terra...
__ Oh! não foi na Terra - disse o principezinho.
A raposa pareceu intrigada:
__ Num outro planeta?
__ Sim.
__ Há caçadores nesse outro planeta?
__ Não.
__ Que bom! E galinhas?
__ Também não
__ Nada é perfeito - suspirou a raposa.
Mas a raposa retornou a seu raciocínio.
__ Minha vida é monótona. Eu caço as galinhas e os homens me caçam. Todas as galinhas se parecem e todos os homens também. E isso me incomoda um pouco. Mas se tu me cativas, minha vida será como que cheia de sol. Conhecerei um barulho de passos que será diferente dos outros. Os outros passos me fazem entrar debaixo da terra. Os teus me chamarão para fora da toca, como se fosse música. E depois, olha! Vês, lá longe, os campos de trigo? Eu não como pão. O trigo para mim não vale nada. Os campos de trigo não me lembram coisa alguma. E isso é triste! Mas tu tens cabelos dourados. Então será maravilhoso quando me tiveres cativado. O trigo, que é dourado, fará com que eu me lembre de ti. E eu amarei o barulho do vento no trigo... A raposa calou-se e observou por muito tempo o príncipe:
__ Por favor... cativa-me! -disse ela.
__ Eu até gostaria -disse o principezinho -, mas não tenho muito tempo. Tenho amigos a descobrir e muitas coisas a conhecer.
__ A gente só conhece bem as coisas que cativou -disse a raposa. __ Os homens não têm mais tempo de conhecer coisa alguma. Compram tudo já pronto nas lojas. Mas como não existem lojas de amigos, os homens não têm mais amigos. Se tu queres um amigo, cativa-me!
__ O que é preciso fazer? -perguntou o pequeno príncipe.
__ É preciso ser paciente -respondeu a raposa. __ Tu te sentarás primeiro um pouco longe de mim, assim, na relva. E te olharei com o canto do olho e tu não dirás nada. A linguagem é uma fonte de mal-entendidos. Mas, cada dia, te sentarás um pouco mais perto...
No dia seguinte o príncipe voltou.
__ Teria sido melhor se voltasses à mesma hora -disse a raposa. __ Se tu vens, por exemplo, às quatro da tarde, desde as três eu começarei a ser feliz! Quanto mais a hora for chegando, mais eu me sentirei feliz. Às quatro horas, então, estarei inquieta e agitada: descobrirei o preço da felicidade! Mas se tu vens a qualquer momento, nunca saberei a hora de preparar meu coração... É preciso que haja um ritual.
__ Que é um "ritual"? -perguntou o principezinho.
__ É uma coisa muito esquecida também -disse a raposa. __ É o que faz com que um dia seja diferente dos outros dias; uma hora, das outras horas. Os meus caçadores, por exemplo, adoram um ritual. Dançam na quinta-feira com as moças da aldeia. A quinta-feira é então o dia maravilhoso! Vou passear até à vinha. Se os caçadores dançassem em qualquer dia, os dias seriam todos iguais, e eu nunca teria férias!
Assim o pequeno príncipe cativou a raposa. Mas, quando chegou a hora da partida, a raposa disse:
__ Ah! Eu vou chorar.
__ A culpa é tua -disse o principezinho. __ Eu não queria te fazer mal; mas tu quiseste que eu te cativasse...
__ Quis -disse a raposa.
__ Mas tu vais chorar! -disse ele.
__ Vou - disse a raposa.
__ Então não terás ganho nada!
__ Terei, sim - disse a raposa __ por causa da cor do trigo.
Depois ela acrescentou:
__ Vai rever as rosas. Assim, compreenderá que a tua é a única no mundo. Tu voltarás para me dizer adeus, e eu te presentearei com um segredo.
O pequeno príncipe foi rever as rosas:
__ Vós não sois absolutamente iguais à minha rosa, vós não sois nada ainda. Ninguém ainda vos cativou, nem cativaste ninguém. Sois como era a minha raposa. Era uma raposa igual a cem mil outras. Mas eu a tornei minha amiga. Agora ela é única no mundo.
E as rosas ficaram desapontadas.
__ Sóis belas, mas vazias -continuou ele. __Não se pode morrer por vós. Um passante qualquer sem dúvida pensaria que a minha rosa se parece convosco. Ela sozinha é, porém, mas importante que todas vós, pois foi ela quem eu reguei. Foi ela quem pus sob a redoma. Foi ela quem abriguei com o pára-vento. Foi nela que eu matei as larvas (exceto duas ou três por causa das borboletas). Foi ela quem eu escutei queixar-se ou gabar-se, ou mesmo calar-se algumas vezes. Já que ela é a minha rosa.
E voltou, então, à raposa:
__ Adeus... -disse ele.
__ Adeus -disse a raposa. __ Eis o meu segredo. É muito simples: só se vê bem com o coração. O essencial é invisível aos olhos.
__ O essencial é invisível aos olhos -repetiu o principezinho, para não esquecer.
__ Foi o tempo que perdeste com tua rosa que a fez tão importante.
__ Foi o tempo que eu perdi com a minha rosa... -repetiu ele, para não esquecer.
__ Os homens esqueceram essa verdade -disse ainda a raposa. __ Mas tu não a deves esquecer. Tu te tornas eternamente responsável por aquilo que cativas. Tu és responsável pela tua rosa...
__ Eu sou responsável pela minha rosa... -repetiu o principezinho, para não esquecer.
Sunday, May 18, 2008
Lonely Girl (tradução)
Eu me lembro
Da primeira vez que chorei
De como eu mexi os olhos
E engoli a dor
Todas as minhas recordações
Boas ou ruins estão no passado
Algumas ainda não se foram
E deixaram marcas na parede
Porque eu ainda espero que elas se vão
Continuo me escondendo debaixo da cama
Porque isso consome meu pensamento
De novo
Você ao menos sabe quem você é ?
Eu acho que estou tentando encontrar
Um simples sonho, ou uma super-star?
Eu quero ser uma estrela
A vida é boa para você, ou não?
Eu não posso falar mais
Você ao menos sabe o que tem?
Mentiras vem a tona
De volta a luz do sol
Como os pássaros cantarão
Como eu contarei os anéis ao redor dos meus olhos
Constantemente empurrada
Pelo mundo que eu conheço
Eu não sentia dor
Eu não queria tentar
Eu procuro um jeito de me tornar
A pessoal que eu sonhei ser
Quando eu tinha 16 anos
Ah, nada me satisfazia
Ah, querido isso não é o bastante
Ou pode ser que seja
Você sempre soube quem você é ?
Eu ainda estou tentando encontrar
Um simples sonho, ou uma super-star?
Todo mundo quer ser
A vida é boa para você, ou não?
Eu não posso falar mais
Você ao menos sabe o que tem?
Não
Desculpe menina
Conta uma história para mim
Porque eu estou imaginando
Como você realmente se sente
Sou uma garota solitária
Vou contar uma história para você
Porque eu só estou tentando fazer
Todos os meus sonhos se realizarem
Você ao menos sabe quem você é ?
Oh yeah, yeah
Um simples sonho, ou uma super-star?
Ah, eu queria ser uma estrela
A vida é boa para você, ou não?
Eu não posso falar, Eu não posso falar mais
Você ao menos sabe o que tem?
Eu acho que não, eu acho que não
Você ao menos sabe quem você é ?
Eu estou tentando encontrar
Um sonho apagado, ou uma estrela cadente?
Ah, eu tenho todos esses sonhos
A vida é boa para você, ou não?
Eu não posso falar mais
Você ao menos sabe o que tem?
Ah, não, não
Pink
Da primeira vez que chorei
De como eu mexi os olhos
E engoli a dor
Todas as minhas recordações
Boas ou ruins estão no passado
Algumas ainda não se foram
E deixaram marcas na parede
Porque eu ainda espero que elas se vão
Continuo me escondendo debaixo da cama
Porque isso consome meu pensamento
De novo
Você ao menos sabe quem você é ?
Eu acho que estou tentando encontrar
Um simples sonho, ou uma super-star?
Eu quero ser uma estrela
A vida é boa para você, ou não?
Eu não posso falar mais
Você ao menos sabe o que tem?
Mentiras vem a tona
De volta a luz do sol
Como os pássaros cantarão
Como eu contarei os anéis ao redor dos meus olhos
Constantemente empurrada
Pelo mundo que eu conheço
Eu não sentia dor
Eu não queria tentar
Eu procuro um jeito de me tornar
A pessoal que eu sonhei ser
Quando eu tinha 16 anos
Ah, nada me satisfazia
Ah, querido isso não é o bastante
Ou pode ser que seja
Você sempre soube quem você é ?
Eu ainda estou tentando encontrar
Um simples sonho, ou uma super-star?
Todo mundo quer ser
A vida é boa para você, ou não?
Eu não posso falar mais
Você ao menos sabe o que tem?
Não
Desculpe menina
Conta uma história para mim
Porque eu estou imaginando
Como você realmente se sente
Sou uma garota solitária
Vou contar uma história para você
Porque eu só estou tentando fazer
Todos os meus sonhos se realizarem
Você ao menos sabe quem você é ?
Oh yeah, yeah
Um simples sonho, ou uma super-star?
Ah, eu queria ser uma estrela
A vida é boa para você, ou não?
Eu não posso falar, Eu não posso falar mais
Você ao menos sabe o que tem?
Eu acho que não, eu acho que não
Você ao menos sabe quem você é ?
Eu estou tentando encontrar
Um sonho apagado, ou uma estrela cadente?
Ah, eu tenho todos esses sonhos
A vida é boa para você, ou não?
Eu não posso falar mais
Você ao menos sabe o que tem?
Ah, não, não
Pink
Sunday, February 17, 2008
O Dono
Minha negra prostituta...
Salva por mim,
ela e tua vida me pertencem.
Salva por mim,
nada mais justo,
agora pertencem a mim.
Vejo te a olhar o nada pensativa
Tua beleza me atrai, me motiva
abraço-te, beijo-te.
Teus olhos me repudiam
Teu corpo tenta fugir-me
estapeia-me mansamente,
para demonstrar desagrado
ignoro
enfia-me as unhas na carne me rasgando a pele
Beleza negra de raízes brancas
como me fascina, entreti, domina
As vezes busca-me mansamente
fingi não querer nada
Massageia-me
Massageia-me as coxas
Crava tuas unhas em mim demonstrando prazer
Teus olhos dourados
Refletem a luz que emano
Como és terrível tua existência!
Es bela, delicada e má!
Pede-me atenção
acaricio-te até entrares em extasy
e como de costume,
crava teus dentes na mão que te acaricias.
Dêra-me um filho
Um filho da rua
Peço para que nunca creças
Ele me desobedeci.
De início me rajeita,
mas logo
Tua posse se torna minha.
Meu negro prostituto...
Acaricio-te até entrares em extasy
morde-me com mais prazer que tua mãe
Tuas unhas mais longas,
mais profundo rasgam minha pele.
Ignoram-me,
mas sempre voltam a mim.
VocÊs me pertencem digo.
Rindo como de praxe
Sobem sobre o telhado,
para admirar a lua que domina
O assunto não me é desconhecido
Trata-se de mim.
O Dono de suas vidas.
O Dono de suas belas e felinas vidas.
Mereço-as?
Para Monique e Noturno
Luna de Castro Goulart
fevereiro de 2008
Salva por mim,
ela e tua vida me pertencem.
Salva por mim,
nada mais justo,
agora pertencem a mim.
Vejo te a olhar o nada pensativa
Tua beleza me atrai, me motiva
abraço-te, beijo-te.
Teus olhos me repudiam
Teu corpo tenta fugir-me
estapeia-me mansamente,
para demonstrar desagrado
ignoro
enfia-me as unhas na carne me rasgando a pele
Beleza negra de raízes brancas
como me fascina, entreti, domina
As vezes busca-me mansamente
fingi não querer nada
Massageia-me
Massageia-me as coxas
Crava tuas unhas em mim demonstrando prazer
Teus olhos dourados
Refletem a luz que emano
Como és terrível tua existência!
Es bela, delicada e má!
Pede-me atenção
acaricio-te até entrares em extasy
e como de costume,
crava teus dentes na mão que te acaricias.
Dêra-me um filho
Um filho da rua
Peço para que nunca creças
Ele me desobedeci.
De início me rajeita,
mas logo
Tua posse se torna minha.
Meu negro prostituto...
Acaricio-te até entrares em extasy
morde-me com mais prazer que tua mãe
Tuas unhas mais longas,
mais profundo rasgam minha pele.
Ignoram-me,
mas sempre voltam a mim.
VocÊs me pertencem digo.
Rindo como de praxe
Sobem sobre o telhado,
para admirar a lua que domina
O assunto não me é desconhecido
Trata-se de mim.
O Dono de suas vidas.
O Dono de suas belas e felinas vidas.
Mereço-as?
Para Monique e Noturno
Luna de Castro Goulart
fevereiro de 2008
Saturday, February 02, 2008
Malu:
Luna, Luna...
Luna:
oi ^^
Malu:
como estás, mocinha?
Luna:
com febre... Não é lindo!Eu fico com ferbre quando amo.=)
Malu:
Hahaha.Luna é sem sombra de dúvidas uma das pessoas mais anormais que eu já conheci!
Luna:
É incrível como o amor esclarece um tanto de coisas...E é terrível como a ilusão passa rápido. >.< Não é nada agradável...Eu segui a risca o conselho:"Quem canta os males espanta", mas acabou que eu cantei demais, fiquei na chuva demais, o que resultou em febre... Há, esqueci, eu também amei demais...Cada vez mais tenho orgulho de ser anormal. Percebo que não vale a pena ser normal...
Malu:
E está mais que certa, dra Luna.Ame mesmo. Só o amor salva, gata.E nunca.. NUNCA seja normal!
Luna:
você viu meu cabelo^^ Sabe é ruim ficar com febre...
Malu:
Seu cabelo tá lindo.É ruim sim.. mas passa, e bem rápido! :}
Luna:
tomára, por que eu estou com isso desde anteontem, e a minha mãe está em Brasília sem saber deste detalhe...
Malu:
fica quetinha, de repouso que jájá cê tá melhor!
Luna:
pode deixar! o/ Não salto meus obstáculos... eu os destruo! ~^ Não sei por que disse isso, mas tudo bem =)
Malu:
Hahahaha!Ri alto aqui, por causa disso! hasuashusabonito o desenho!
Luna:
a brigada... A historinha tem um desfecho, mas é tão terrível que da angustia de desenhar...
Malu:
imagino qual seja.e é bobo! hahatô indo, hermana. boa npite!
Luna:
não,o pior é que não é bobo... Boa noite!=**
O pior é que ele não é bobo...
Luna, Luna...
Luna:
oi ^^
Malu:
como estás, mocinha?
Luna:
com febre... Não é lindo!Eu fico com ferbre quando amo.=)
Malu:
Hahaha.Luna é sem sombra de dúvidas uma das pessoas mais anormais que eu já conheci!
Luna:
É incrível como o amor esclarece um tanto de coisas...E é terrível como a ilusão passa rápido. >.< Não é nada agradável...Eu segui a risca o conselho:"Quem canta os males espanta", mas acabou que eu cantei demais, fiquei na chuva demais, o que resultou em febre... Há, esqueci, eu também amei demais...Cada vez mais tenho orgulho de ser anormal. Percebo que não vale a pena ser normal...
Malu:
E está mais que certa, dra Luna.Ame mesmo. Só o amor salva, gata.E nunca.. NUNCA seja normal!
Luna:
você viu meu cabelo^^ Sabe é ruim ficar com febre...
Malu:
Seu cabelo tá lindo.É ruim sim.. mas passa, e bem rápido! :}
Luna:
tomára, por que eu estou com isso desde anteontem, e a minha mãe está em Brasília sem saber deste detalhe...
Malu:
fica quetinha, de repouso que jájá cê tá melhor!
Luna:
pode deixar! o/ Não salto meus obstáculos... eu os destruo! ~^ Não sei por que disse isso, mas tudo bem =)
Malu:
Hahahaha!Ri alto aqui, por causa disso! hasuashusabonito o desenho!
Luna:
a brigada... A historinha tem um desfecho, mas é tão terrível que da angustia de desenhar...
Malu:
imagino qual seja.e é bobo! hahatô indo, hermana. boa npite!
Luna:
não,o pior é que não é bobo... Boa noite!=**
O pior é que ele não é bobo...
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